A Calipgia

Era 12 de maio de 2.001, vspera do dia das mes e, como todo pai que se preza, tinha que ir at a escola do filho participar da festinha que seria feitas s mes. Em resumo: tava um sbado de merda, tinha que maneirar nas cervas e ainda tinha que pagar o mico de todo ano na tal festinha.

Duas da tarde. Tinha chegado a hora fatdica, nos arrumamos e seguimos at o salo de festas da escola do menino.

E logo na entrada tive um choque: Parada na entrada estava a mulher com uma das bundas mais bonitas que eu vira em toda a minha vida. Vou tentar descrev-la: Redondinha, de tamanho mdio e arrebitada, tudo isso colocado sob uma sainha verde-clara no muito apertada, de onde se podia adivinhar uma tanguinha minscula, a bundinha era to arrebitada que fazia com que a parte de trs da saia ficasse alguns centmetros mais alta que a parte da frente. Disfarcei o quanto pude (afinal, eu tava acompanhado), me postei bem prximo daquele pitu e no parava de ficar observando aquela maravilha da natureza.

A festinha prosseguia toda, em dado momento era a hora de serem distribudos os comes e bebes e, como era dia das mes, ns, os pais, que deveramos distribuir os petiscos. Armei-me de uma bandejinha e tratei de fazer a minha parte. Adivinhem que foi a segunda pessoa (A primeira tinha que ser a esposa, n?) a quem fui oferecer meus servios? Lgico que foi quela mulher que carregava aquele monumento no dorso. Ofereci-lhe um salgadinho, ela, alm de me dar um oi, sorriu e aceitou, sua turma tinha uma quantidade razovel de pessoas, mas no pareceu estar acompanhada do marido, aproveitei-me para analis-la um pouco mais e o resultado era muito melhor do que se poderia imaginar. Ela tinha um cabelo preto e curto, nariz grande e fino e uma boca tambm grande, com lbios finos. Tinha uns seios de tamanho mdio, enfiados numa camiseta preta. Em resumo: a mulher era um teso completo. Mas, como tudo que bom acaba... A festinha chegou ao fim, cada um foi pro seu canto, fui embora com minha esposa e filho e ela, estranhamente, foi-se s com o filho, at pensei em especular algo com minha esposa, mas fiquei com medo de dar bandeira e, afinal, no tinha a mnima esperana que aquele avio casse nas minhas garras.

Seguia a vida normalmente, at que passados uns trs meses, num supermercado do bairro, vislumbrei o traseiro escandaloso enfiado num jeans discreto. Ela estava com um carrinho, sem o filho e estava no freezer, pegando uns iogurtes, passei e, por sorte, ela me reconheceu, nos cumprimentamos, pude perceber que seu cabelo estava um pouco maior e com um tom diferente, parecia castanho, parei prximo, fiz de conta que escolhia algo por ali tambm, olhei pra ela e recebi de volta um lindo sorriso, peguei uma garrafa de suco de laranja, olhei pra ela e lhe perguntei:

Voc sabe se esse suco bom?

No sei, costumo comprar de outra marca, por que voc no experimenta? respondeu ela.

Vou experimentar afirmei. O que eu no consigo tomar de jeito nenhum o que voc t pegando. No gosto de iogurtes.

Isso, quando bem usado, uma maravilha disse ela.

Bem usado como? indaguei.

Fica muito mais gostoso quando lambido, no bebido afirmou, maliciosamente.

Qualquer dia voc me ensina como se faz isso, t? brinquei.

Com todo o prazer completou ela.

No sei se era a minha mente poluda, mas senti algo estranho no ar, conversamos mais amenidades, descobri seu nome (Carla), que era separada, tinha 31 anos (me surpreendi, pois parecia bem menos) e que seu filho, infelizmente, no era da mesma turma que o meu e que ela j tinha me visto em outras reunies (Me xinguei muito por isso. Como eu no percebera tamanha gostosura?). Disse-lhe meu nome, o que fazia e dei-lhe meu carto. Na despedida outro susto:

Tchau bonitinho! Falou.

Acho engraado ser chamado de bonitinho depois dos quarenta... sorri, surpreso.

Ento... Tchau bonito. Devolveu ela.

Quando voc estiver disposta a me ensinar o bom uso que voc faz do iogurte no esquea de me ligar, ou mandar um e-mail, t? provoquei.

T legal disse ela, me dando o rosto prum beijinho de despedida.

E seguiu seu caminho rebolando aquele pandeiro apetitoso. Fui embora matutando sobre o que aconteceu. Parecia coisa arranjada; primeiro que no sou nem bonitinho, nem bonito. Segundo: o que um mulhero daquele quereria comigo???? Terceiro: Se ela j tinha me visto nas reunies, certamente me viu acompanhado da esposa. Mas, se aquele escndalo resolvesse brincar comigo, seria muito bem vinda...

Algum tempo depois, recebo em meu servio um telefonema de uma mulher que se dizia chamar Carla, demoro um tempo pra perceber quem era (Nos meu delrios s a chamava de A mulher do rabo perfeito), no fosse o boa tarde bonito, demoraria mais ainda pra descobrir quem era. Engatilhamos um papo bem descontrado. Aquela desenvoltura dela ao conversar comigo continuava me deixando desconfiado, mas eu dava corda, afinal, que sabe no poderia sobrar aquele teso de mulher pra mim.

Depois deste telefonema vieram, pelo menos um dia por semana ela ligava, numa sexta feira ela me disse que iria quele mercado comprar mais iogurtes, perguntei-lhe a que horas iria e lhe disse que talvez conseguisse passar por l... Acho que cheguei cedo demais, pois rodava de um lado outro e nada de encontrar aquela peida rechonchudinha... Tava quase perdendo as esperanas quando, eis que surge a portadora do assento mais fofo do mundo, deixei que ela passasse por mim e enquanto ela rebolava aquele quadril embasbacante, disfarcei, cheguei bem pertinho e cumprimentei-a:

Oi menina! Tudo bem????

Ela, colocando o rosto prximo dos meu lbios, como quem pede um beijinho, respondeu:

Oi bonito... T tudo bem sim...

Eu, intimidado, retruquei:

Pra com esse negcio de me chamar de bonito que, assim eu fico envergonhado...

Quando fica envergonhado fica mais bonito ainda - disse ela.

Vou descontar isso. Cada vez que voc me chamar de bonito vou te chamar de...

Do que, bonito? perguntou.

De gostosa!!!! afirmei.

Foi a vez dela ficar vermelha (alis, ela sim, ficou mais gostosa ainda). Depois sussurrou baixinho:

Voc acha mesmo???

Acho sim... Linda... Um teso... Gostosa... falei, bem prximo dela.

No parece... murmurou.

Aquilo foi a gota dgua, quase que agarro aquela coisinha ali mesmo no mercado, mas como era um local pblico, tive que me conter. A nica coisa que pude fazer foi dar-lhe um tapinha no traseiro e dizer-lhe, entredentes:

Voc no perde por esperar....

Tive que ir embora, pois, se continuasse no mercado, com aquele clima de romance que tava, acabaria no resistindo... Despedi-me com um beijinho no seu rosto (daqueles j bem prximo boca) e pedi que ela me ligasse na segunda-feira.... Neste fim semana at trepei com minha mulher pensando naquele avio das melhores ancas do mundo...

Na segunda feira fiquei na expectativa desde a hora em que cheguei, at que prximo das quatro da tarde o telefone tocou. Atendi, do outro lado da linha, a melhor recepo que eu poderia esperar:

Boa tarde... Bonito....

Boa tarde gostosa. Respondi.

Como voc diz assim, se no experimentou? perguntou..

Descubro logo. brinquei.

Quando? provocou ela.

Te ligo quando for possvel, acredito que logo, logo eu d um jeito nisso. ousei.

T torcendo por voc.... Bonito... - riu ela.

S aquele papinho j serviu pra me deixar com teso. Depois disso passamos a conversar de outros assuntos mais amenos, ficamos papeando por mais alguns minutos. Na despedida:

At mais, bonito despediu-se ela.

At mais. Teso da minha vida. devolvi.

Hummmmmm!!!! T gostando dessa histria. Faamos o seguinte: me liga quando der um jeito nisso e tomara que seja loguinho... riu.

T bom, se pudesse daria um jeito hoje mesmo. disse.

Desligamos e desde aquele momento comecei a pensar num jeito de me encontrar com a dona do buzanf impecvel.

Naquele dia mesmo, cheguei em casa e disse esposa que tinha um curso pra fazer no Rio de Janeiro (fato corriqueiro onde trabalho), no sabia quando, s sabia que teria que ir. Feito isso, liguei senhora dos belos quartos e perguntei-lhe quando poderamos nos ver, ela disse que ficava por minha conta, como era uma quarta-feira, achei que ficaria esquisito se fosse naquele fim de semana, daria muita bandeira pra minha mulher, consultei minha musa e decidi que iramos na semana seguinte, ela concordou e disse mais; tentaria trocar naquele fim de semana de apartamento com a irm, o que nos facilitaria bastante.

Azeitado tudo, na quarta-feira, sa de casa com mala de viagem pra trs dias. A viagem demorou pouco mais de uma hora, s at o apartamento da irm, que ficava a uma distncia razovel de onde moramos (quem conhece So Paulo vai entender o que vou dizer: moramos no Carro e o apartamento da irm fica em Osasco, cidade da Grande So Paulo).

Apesar de ter me atrapalhado um pouco, consegui chegar ao ap. Bati na porta e a recepo foi muito melhor do que eu imaginava: ela, de bermuda curtinha e camiseta branca, me agarrou no pescoo, grudou suas coxas nas minhas coxas, me deu um beijinho no rosto e continuou grudada em mim, no esperei mais, grudei meus lbios nos dela e grudei as mos naquela bundinha encantadora. A gente tava quase se comendo, antes mesmo de fechar a porta, nos controlamos um pouco, entrei na casa e ela comeou a me mostrar os cmodos, mal prestei ateno, s conseguia enxergar aquele rabinho bamboleante enfiado naquela bermudinha apertada (aquilo mais parecia um calo mesmo!). Tudo o que ela me mostrava, eu ironicamente, respondia com irnicos:

timo!!! Um Teso!!! Adorei!!!

Ela demorou-se a perceber, mas quando notou, deu um riso sacaninha e disse:

Pra de bobeira... Deixa toda essa sacanagem pra daqui a pouco... - Me deu um beijo gostoso na boca. E sugeriu: - Por qu voc no toma um banho, afinal voc viajou bastante de nibus, n? No entendi muito bem, respondi que acabara de tomar banho, mas.. Como ela insistiu muito...

Estava me banhando, quando ouvi a porta se abrindo, abri o box e ela estava se olhando no espelho, fingindo que tirava cravos no rosto, estava de suti e calcinha brancos, quase pulei direto da banheira pra cima dela, ela me olhou maliciosamente, sorriu e saiu, sumindo da minha vista, devagarinho, sacolejando aqueles glteos sobrenaturais. Acabei o banho em menos de cinco segundos e sa rapidinho, s de chinelos e cueca e fui procur-la, quando entrei no quarto, ela estava deitava na cama, de ladinho, com um sorriso nos lbios que era absolutamente tentador. Deitei-me de frente pra ela e comecei a beij-la bem lentamente... Passei a lngua primeiro na testa, depois no nariz, depois cada face, no queixo, no lbio superior, no lbio inferior e, finalmente enfiei a lngua daquela boquinha, ia do cu da boca, raspava os dentes, encostava nas gengivas e minha mo boba j percorria onde podia e no podia, na mo aquela bundinha parecia ainda melhor... Ela me pediu pra que eu esperasse um pouco, saiu do quarto e, antes de entrar, gritou da porta:

Fecha os olhos que eu tenho uma surpresa pra voc...

Fechei os olhos, deitado de barriga pra cima, senti no peito algo viscoso, quis abrir os olhos, mas ela no deixou, senti sua lngua percorrendo meu peito, quando ela tocou os mamilos (uma das minhas zonas ergenas mais sensveis), no resisti, abri os olhos e ela lambia algo amarelado no meu peito, perguntei o que era e ele respondeu:

Vou te ensinar a gostar de iogurte...

E prosseguiu me lambendo, esparramou um pouco na barriga e lambeu, a essa altura me pau tava quase estourando, jogou um pouco de iogurte nas coxas e lambeu, deixou cair um pouco na cueca, o que me fez reclamar:

Sujou minha cueca, vou ter que tir-la. E tirei...

O sorriso estampado no rosto dela foi cativante, acho que meu pau nunca tinha atingido tamanha dimenso, o bicho tava escandalosamente grande. Deitei-me de novo e pedi:

Continua com teus ensinamentos...

Ela continuou lambendo as coxas, de vez em quando dava umas linguadas no saco, pegava de leve no pau, mas no o chupava. Derramou mais iogurte nas pernas e veio lambendo o joelho, a batata da perna, derramou no ps, lambeu tambm e me pediu:

Fecha os olhos de novo que vou te fazer outra surpresa...

Fechei e esperei um tempinho, senti o lquido no meu pau, a mozinha delicada espalhando-o pelo pau todo, depois a boca... Abri os olhos e a vi j peladinha com o pau na boca e me chupando bem gostoso, foi a melhor chupada da minha vida at ento (depois ela se superou algumas vezes)...

No sei quanto tempo ficamos nisso, sei que pedi pra que ela parasse vrias vezes, pois desde a primeira vez que ele encostou a boca no meu pau, eu quase gozei, numa dessas ela fez-se de surda e continuou chupando, foi inevitvel. Gozei feito um bicho, s faltava gritar... Ela espalhou a porra toda pelo rosto, lambuzou-se toda e me beijou na boca. Deitou-se do meu lado e continuamos nos beijinhos, meu pau tava completamente mole, mas eu queria devolver aquele boquete, disse:

Agora minha vez de aprender a gostar de tomar iogurte.

Pedi iogurte pra ela, o que ela tinha usado era com mel, pedi um natural (seria mais um pretexto pra ver aquela maravilha de lomba passeando pela casa). Quando ela trouxe pedi-lhe pra que fechasse os olhos e espalhei iogurte pelos peitinhos, chupei-os um de cada vez, a essa altura ela j estava com olhos completamente abertos, depois dos peitinhos, desci at o umbigo, coloquei uma boa quantidade e lambia, enfiando a lngua bem l dentro, ela parecia gostar, fui descendo, pus mais um pouquinho e comecei a lamber aquela bucetinha, levantei suas pernas e lambi bastante a bucetinha, minha mo passeava pelo rabinho, de vez em quando dava uma lambidinha na entrada do brioquinho....

No tava aguentando mais, tive que subir naquela mulher e enfiar meu cacete naquela buceta, comecei a entrar e sair, rpido... devagar... rpido... devagar. Parei, pedi pra que ficasse de quatro, olhei praquela beleza de bumbum, enfiei de novo na bucetinha e deixava meu dedo passear por aquele reguinho, lambuzei o dedo com iogurte, passei-o pelo reguinho, rocei na entradinha, enfiei e acelerei os movimentos.... Parei, deite-me e pedi pra que ela viesse por cima, dito e feito, ela encaixou, ficou de frente pra mim e rebolava como uma bailarina, ficamos bastante tempo assim, parecia a posio preferida dela (e era mesmo, descobri depois), pedi pra que continuasse por cima, mas que ficasse de costas pra mim, feito isso, acariciava sua bunda, seu cuzinho at explodir num outro gozo. Era um pouco mais de meio dia e j tinha explodido em dois gozos escandalosos... O fim de semana prometia...

Fizemos almoo e como um casal de namorados, almoamos. Garfadas na boca, sentadinhas no colo, depois uma cervejinha... Deitamos, ela j vestida com uma sainha bem leve, calcinha enfiada na bundinha, eu s de cueca. Dormimos um pouquinho.

Quando acordei ela ainda tava meio sonolenta, bundinha encostada no meu pau, segredei-lhe que queria iogurte, ela deu um risinho sacana e foi buscar. Lambuzei a mo, espalhei no seu corpo e recomecei a lambio, pedi pra que ela virasse e s a viso daqueles morros me deixaram de pau duro, desci com a lngua pela sua espinha, espalhei iogurte naquele rabo e comecei a degustar aquele assombro, lambia cada banda, dei mordidinhas, espalhei iogurte pelo reguinho, abri-lo e comecei a lamb-lo, quando cheguei ao brioco, ela comeou a gemer, melequei o dedo com mais iogurte e enfiei-o no buraquinho, ela j rebolava na minha mo. No me fiz de rogado, abri aquela poupana, guiei meu caralho ao olho do cu e tentei penetrar. Ela s murmurou:

Vai devagar bonito... Faz muito tempo que no fao isso.. Vai devagar gato...

Empurrei devagar mesmo, parei quando a cabea entrou, olhei, tava lindo, seu cuzinho rodeava meu pau bem justinho, suas pregas grudavam no meu cacete... Segui empurrando, sempre devagar. J tinha ido a metade e ela continuava gemendo baixinho.... Empurrei o resto e me alojei definitivamente naquele buraco, quando senti meus pentelhos ralando aquela bundinha comecei a enfiar... tirar... enfiar... tirar... Coloquei um travesseiro embaixo da sua barriga, sua bundinha ficou mais arrebitada ainda, dava pra ver melhor o pau entrando e saindo, eu entrava e saa cada vez mais rpido, no resisti, parei no fundo daquele cuzinho e gozei pela terceira vez naquele dia... Estava extenuado, mas ainda naquele dia consegui dar mais umazinha...

Trepamos inclusive com ela falando ao telefone com seu filho... Descobri que ela dera o cuzinho quando solteira, j fazia mais de dez anos que no dava...

Aproveitei completamente aqueles trs dias, ela regulou o rabinho algumas vezes, mas consegui com-lo mais uma vez naquele fim de semana. E agora, toda vez que pego um iogurte, me d uma paudurescncia danada.

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